POLITICA

ALAGOINHAS À DERIVA: DOENÇA, DÍVIDA E UMA GESTÃO SEM RUMO

ALAGOINHAS À DERIVA A cidade enfrenta o avanço da chikungunya e do Aedes aegypti enquanto sofre com uma gestão considerada ineficiente e sem resultados concretos. Repetindo erros do passado, a atual administração acumula dívidas, depende de recursos externos e não entrega obras estruturantes. Na educação, após anos à frente da pasta, o prefeito não apresentou avanços significativos, enquanto ações pontuais são supervalorizadas. Soma-se a isso a concentração de poder em um mesmo grupo político, marcada por decisões questionáveis e instabilidade interna. Cresce também a crítica de que o prefeito Gustavo Carmo estaria mais focado em demitir trabalhadores do que em enfrentar os problemas reais da cidade. O resultado é uma Alagoinhas em decadência, com uma gestão mais envolvida em conflitos e disputas do que em resolver as demandas da população.

ALAGOINHAS À DERIVA: DOENÇA, DÍVIDA E UMA GESTÃO SEM RUMO

Alagoinhas vive um retrato cruel do abandono. A cidade enfrenta o avanço da chikungunya e a proliferação do Aedes aegypti enquanto convive com uma gestão marcada pela ineficiência e pela ausência de resultados concretos. O cenário é de uma população acuada e de uma administração que não responde à altura da crise.

Repetindo erros do passado, a atual gestão acumula dívidas, aposta em empréstimos milionários e não entrega obras estruturantes. O pouco que surge ainda depende do governo estadual ou federal, escancarando a falta de protagonismo municipal.

Na educação, o quadro é ainda mais simbólico: após anos à frente da pasta, o prefeito não conseguiu construir sequer uma escola com recursos próprios dos precatórios. Ainda assim, ações pontuais são tratadas como grandes conquistas, em um roteiro que mistura improviso e propaganda.

Soma-se a isso a concentração de poder nas mãos de um mesmo grupo político, que domina as principais secretarias e sustenta uma engrenagem marcada por decisões questionáveis e resultados frágeis. Nos bastidores, cresce a percepção de instabilidade e isolamento político.

E, em meio a esse caos, aumentam as críticas de que o prefeito Gustavo Carmo estaria mais preocupado em demitir trabalhadores do que em enfrentar os problemas reais da cidade, uma postura que agrava ainda mais o clima de insegurança e revolta.

O resultado é uma cidade em decadência, adoecida tanto pela crise sanitária quanto pelo colapso administrativo. Alagoinhas não precisa de discursos nem de maquiagem política. Precisa de gestão, responsabilidade e respeito.

Porque o que está em jogo não é narrativa, é o futuro de uma cidade inteira sendo empurrada, dia após dia, para o abismo da ineficiência.