O que era para ser uma instituição séria, comprometida com o interesse público, está cada vez mais parecendo um palco de arbitrariedades e jogos pessoais. O presidente Cleto da Banana precisa decidir urgentemente se vai honrar o cargo que ocupa ou continuar sendo conduzido por interesses alheios, e, pior, por uma vereadora que age sem qualquer limite moral.
A denúncia é grave: um funcionário prestes a se aposentar, após anos de serviço, está sendo alvo de demissão por influência direta de uma vereadora marcada por atitudes misóginas, perseguidoras e recheadas de acusações sem provas. Não é a primeira vez que essa parlamentar age dessa forma, cria narrativas, aponta dedos, destrói reputações, tudo sem apresentar um único elemento concreto.
Desta vez, o absurdo ultrapassa qualquer limite. A justificativa? Acusar alguém de conviver com um suposto agressor. Mas a verdade, ignorada de forma conveniente, é que o cidadão em questão apenas interveio para defender uma idosa, vítima recorrente dos ataques verbais dessa mesma vereadora. Ou seja: quem protege vira alvo, quem acusa sem prova vira autoridade moral.
E o presidente? Silêncio. Ou pior: conivência.
Cleto da Banana precisa entender que a caneta que assina uma demissão injusta também escreve o seu próprio desgaste político. Permitir esse tipo de perseguição é assumir responsabilidade direta pelo abuso de poder dentro da Câmara.
A pergunta que fica é simples e incômoda: até quando o Legislativo de Alagoinhas será refém de interesses pessoais, vinganças disfarçadas de moralidade e decisões baseadas em caprichos?
Se essa prática continuar, não será apenas a carreira de um servidor que será destruída, será a credibilidade de toda a Câmara.
E, presidente, a história não costuma ser gentil com quem se omite diante da injustiça.