POLITICA

“Dengue, Chikungunya e o silêncio do poder: Alagoinhas virou laboratório da negligência?”

Dengue e chikungunya avançaram em Alagoinhas enquanto a população sofria sem respostas rápidas. Idosos, diabéticos e pacientes fragilizados enfrentaram complicações graves, deixando sequelas e revolta nas ruas. A população cobra explicações do grupo político ligado à saúde municipal, incluindo o deputado federal Joseildo Ramos. Para muitos moradores, faltou prevenção, combate efetivo ao mosquito e prioridade com a vida do povo. Quando a política se preocupa mais com eleição do que com saúde pública, quem sofre é a população.

“Dengue, Chikungunya e o silêncio do poder: Alagoinhas virou laboratório da negligência?”

“Dengue, Chikungunya e o silêncio do poder: Alagoinhas virou laboratório da negligência?”

Enquanto a população sofria com dengue e chikungunya, onde estavam os responsáveis pela saúde pública de Alagoinhas?

A cidade viu os casos crescerem, famílias desesperadas, idosos debilitados, diabéticos enfrentando complicações e pacientes já fragilizados pela luta contra o câncer vivendo mais um drama silencioso. E a pergunta que ecoa nas ruas é simples: por que medidas mais firmes não foram tomadas antes da situação fugir do controle?

Há relatos de pessoas com sequelas graves. Um senhor teve até os rins comprometidos após complicações da chikungunya. Quantas histórias de dor ainda precisarão surgir para que a gestão trate saúde pública como prioridade absoluta?

A população tem o direito de cobrar explicações de figuras influentes ligadas ao grupo político que atua na administração municipal, incluindo o deputado federal0 Joseildo Ramos e integrantes da gestão da saúde.

O povo não quer discursos prontos. Quer prevenção, combate ao mosquito, atendimento digno e responsabilidade.

Porque quando a política olha mais para eleição do que para a saúde do povo, quem paga a conta é a população, com dor, sequelas e abandono.